terça-feira, 13 de julho de 2010

"Doidas e Santas" da Martha Medeiros

Toda mulher é doida. Impossível não ser. A gente nasce com um dispositivo interno que nos informa desde cedo que, sem amor, a vida não vale a pena ser vivida, e dá-lhe usar nosso poder de sedução para encontrar o "The big one", aquele que será inteligente, másculo, se importará com nossos sentimentos e não nos deixará na mão jamais... Uma tarefa que dá para ocupar uma vida, não é mesmo? Eu só conheço mulher louca. Pense em qualquer uma que você conhece e me diga se ela não tem ao menos três dessas qualificações: exagerada, dramática, verborrágica, maníaca, fantasiosa, apaixonada, delirante. Pois então... Também é louca. E fascinante. Nossa insanidade tem nome: Vontade de viver até a última gota. Só as cansadas é que recusam a levantar da cadeira para ver quem está chamando lá fora. E santa, fica combinado, não existe. Uma mulher que só reze, que tenha desistido dos prazeres da inquietude, que não deseje mais nada? Você vai concordar comigo: SÓ SENDO LOUCA DE PEDRA!
 
Excelente crônica, adorei... Enfim, toda mulher é doida; toda mulher tem uma mania, de doida, vejo também que minha loucura é a do tipo C, então, a mais preocupante e libertadora. ;D  

5 comentários:

Vanda Ferreira disse...

Adorei a definição amiga! Beijo


Jussara Christina disse...

Adorei a crônica.
Espelho de nossas almas, mulheres, os seres mais alucinados que existem rsss.
Sinto tua falta no meu cantinho.
Bjs doces!

Socorro Melo disse...

Boa escolha, o texto é ótimo.

Leandro Ruiz disse...

Jakeline, não definiria a mulher como doida; mas sim uma lutadora, que vai em busca de sua vitória diariamente e com muita garra...

Paz e bem!!!

K∂riиє* Smith. disse...

Adoro a Martha Medeiros e esse livro especialmente é muito gostoso de ler, cheio de crônicas legais e atuais.

P.s.: Obrigada pelo link no seu blog , fiquei feliz em ve-lo aqui!

beijos